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CHAPADA DIAMANTINA Lapa Doce I y II
DEZEMBRO 2004 - JANEIRO 2005 DICIEMBRE 2004 - ENERO 2005
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Espeleólogos brasileiros topografam 22 km de galerias subterrâneas na região da Chapada Diamantina, Bahía, Brasil
Os Grupos Brasileiros de Espeleologia GPME (Grupo Pierre Martin de Espeleologia), GBPE (Grupo Bambuí de Pesquisas Espeleológicas) e GEEP - Açungui (Grupo de Estudos Espeleológicos do Paraná) organizaram entre os dias 27 de dezembro de 2004 e 08 de janeiro de 2005, uma expedição com o objetivo de retopografar o Sistema Lapa Doce, composto pelas cavernas Lapa Doce I e Lapa Doce II, localizadas em Iraquara, região de Chapada Diamantina, Bahía.
As cavernas apresentam singular importância turística, biológica e geológica, tendo sido objeto de estudos de vários pesquisadores. Fazem parte do Grupo Una e seu desenvolvimento é predominantemente horizontal.
A expedição contou com a participação de 50 espeleólogo das mais diversas regiões e grupos do Brasil (São Paulo - GPME, Minas Gerais - GBPE, Paraná - GEEP Açungui, Brasília - EGB, e Bahía), além de espeleólogos autônomos.
A Prefeitura do Povoado de Santa Rita cedeu a escola pública local para que os espeleólogos pudessem estabelecer acampamento.
Os trabalhos, coordenados pelo espeleólogo Ézio Rubbioli (GBPE), eram realizados por meio de equipes de quatro a cinco espeleólogos, nas seguintes funções: croquista (responsável pela elaboração do mapa), topógrafo (responsável pela leitura da bússula e clinômetro), anotador (responsável pela anotação das medidas), ponta de trena (responsável pela leitura das distâncias entre as bases) e auxiliar. O sistema de topografia utilizado foi o de bases fixas.
Os resultados da expedição foram surpreendentes: Foram topografados 22 km de galerias subterrânea, faltando apenas 30 metros para estabelecer a conexão entre a Lapa Doce I e a Lapa Doce II.
O trabalho dos espeleólogos brasileiros vem contribuindo sobremaneira para o aumento do conhecimento sobre as cavidades naturais subterrâneas existentes no território nacional e suas características, permitindo, assim, a efetivação do princípio da prevenção, na medida em que somente é possível proteger aquilo que se conhece.
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Espeleólogos brasileros topografían 22 km de galerías subterraneas en la región de la Chapada Diamantina, Bahía, Brasil
Los Grupos Brasileros de Espeleología GPME (Grupo Pierre Martin de Espeleología), GBPE (Grupo Bambuí de Pesquizas Espeleológicas) y GEEP - Açungui (Grupo de Estudios Espeleológicos del Paraná) organizaron entre los días 27 de diciembre de 2004 y 08 de enero de 2005, una expedición con el objetivo de retopografiar el Sistema Lapa Dulce, compuesto por las cavernas Lapa Dulce I y Lapa Dulce II, localizadas en Iraquara, región de Chapada Diamantina, Bahía.
Las cavernas presentam una singular importancia turística, biológica y geológica, habiendo sido objeto de estudios por varios investigadores. Forman parte del Grupo Unaye su desarrollo es predominantemente horizontal.
La expedición contó con la participación de 50 espeleólogos de las más diversas regiones y grupos del Brasil (San Pablo - GPME, Minas Gerais - GBPE, Paraná - GEEP Açungui, Brasília - EGB, y Bahía), además de espeleólogos autónomos.
La Prefectura del Poblado de Santa Rita cedió la escuela pública local para que los espeleólogos pudiesen establecer su campamento.
Los trabajos, coordinados por el espeleólogo Ézio Rubbioli (GBPE), fueron llevados a cabo por medio de equipos de cuatro a cinco espeleólogos, en las seguientes funciones: croquista (responsablel por la elaboración del mapa), topógrafo (responsable por la lectura de la brújula y clinómetro), anotador (responsable por la anotación de las medidas), punta de cinta (responsable por la lectura de las distancias entre las bases) y auxiliar. El sistema de topografía utilizado fue el de bases fijas.
Los resultados de la expedición fueron sorprendentes: Fueron topografiados 22 km de galerías subterraneas, faltando apenas 30 metros para establecer la conexión entre la Lapa Dulce I y la Lapa Dulce II.
El trabajo de los espeleólogos brasileros viene contribuyendo de sobremanera para el aumento del conocimiento sobre las cavidades naturales subterraneas existentes en el territorio nacional y sus características, permitiendo asi, la concreción del principio de la prevención, en la medida en que solamente es posible proteger aquello que se conoce.
Carolina Anson

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